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S. Judas Tadeu é o Santo do trabalho.
É também o Santo dos Casos Difíceis e dos Desesperados.

Quando alguem se encontre numa situação difícil, seja por motivo de doença, problema económico ou moral, S. Judas Tadeu acompanhará em qualquer situação por mais difícil que seja.
Oração a S. Judas Tadeu

Para ser dita em grandes aflições, quando nos julgarmos desamparados de todo o socorro visível ou por casos desesperados.

S. Judas Tadeu, glorioso Apóstolo,
fiel servo e amigo de Jesus,
o nome do traidor é causa
de serdes esquecido por muitos,
mas a Santa Igreja honra-vos
e invoca-vos universalmente
como padroeiro
de casos desesperados e sem remédio.
Intercedei por mim, que sou tão miserável;
ponde em prática, eu vo-lo rogo,
o privilégio particular que vos é concedido,
a fim de trazer ajuda pronta
e visível onde isso é quase impossível.
Vinde valer-me nesta grande aflição
para que eu possa
receber as consolações
e socorros do Céu
em todas as minhas necessidades
e sofrimentos
(aqui dizer a graça que se deseja obter),
e que eu possa bendizer a Deus convosco
e com todos os eleitos por toda a eternidade.
Eu vos prometo,
bem-aventurado S. Judas Tadeu,
ter sempre presente esta grande graça
e não cessar de honrar-vos,
como meu especial e poderoso padroeiro
e farei quanto possa para espalhar
a devoção para convosco. Assim seja.

S. Judas Tadeu, rogai por nós
e por todos os que vos honram e vos invocam.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Origem da palavra TAROT



A verdadeira origem do Tarot está envolta em mistério.Alguns autores são de opinião que os 22 Arcanos Maiores vêm do Antigo Egipto enquanto outros consideram-nos de herança Chinesa ou Indiana. Ninguém neste mundo tem a certeza da origem do Tarot.

Existem indicações do uso do Tarot na Europa da Idade Média.Há quem pense que as cartas foram introduzidas na Europa pelos Árabes. Existe uma forte crença que liga o Tarot à cabala Hebraica.

O mais antigo baralho de que se tem conhecimento é o Tarot de Visconti, desenhado por volta de 1441 por Fillipo Visconti, Duque de Milão. Foi-lhe dado o nome de cartas Tarocco ou Tarocchi. Não se conhece a etimologia desta palavra. Mesmo assim, estudos linguísticos apontam para que o seu significado seja “um novo caminho” ou “uma nova forma de alcançar os objectivos”.

Parece ter sido um jogo de cartas. Os Arcanos Menores permanecem quase como no início. Acredita-se que o actual baralho de jogar provém dessas cartas: Espadas = Espadas; Pentáculos = Ouros; Bastões = Paus e Taças = Copas.

O século XIX assistiu a um interesse renovado pelo Tarot e o Rosacruz francês Eliphas Levi renumerou as cartas de acordo com a sua interpretação dos 22 Arcanos Maiores e das 22 letras do alfabeto Hebraico. Desde então o Tarot tornou-se cada vez mais popular.

Em 1909 Arthur E. Waite publicou um Tarot com ilustrações de Pamela Coleman Smith. Foi o primeiro baralho com ilustrações totais em todas as cartas. Waite e Smith eram membros da Sociedade Rosacruz Inglesa chamada Hermetic Order of Golden Dawn, pelo que este Tarot segue o sistema simbólico desta associação. Actualmente é conhecido como Raider Waite.

O simbolismo e as imagens são bastante semelhantes em quase todos os baralhos e inspiram-se nas culturas Medievais e Renascentistas da Europa.

Entre os mais populares baralhos de Tarot estão o de Raider Waite, o de Marselha, o de Golden Dawn. Existem centenas.

O Tarot resistiu ao tempo e chegou fortalecido ao terceiro milénio. Proporciona à pessoa que olha para ele uma resposta, material ou espiritual, mostrando um caminho - o Tarot é um livro aberto.

Por vezes ouvimos e questionamos se o Tarot serve o lado escuro do ser humano, se é pecado ou se é diabólico. A minha resposta é que o Tarot é um instrumento de auto-conhecimento. Não é nele que está o mal mas na mente e na intenção de quem o utiliza - o que de resto, se pode aplicar a qualquer objecto.

Como objecto divinatório, de auto-conhecimento ou de colecção (alguns são autênticas obras de arte), o Tarot está aí. Para ficar.

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